Em julho, o mercado brasileiro criou um saldo de 188.021 postos formais de trabalho no país, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. O número é resultado da diferença entre as 2.187.633 admissões do mês e as 1.999.612 demissões no período — e se trata de uma alta de 32,3% ante o resultados de julho do ano passado (142.107 postos criados).
No acumulado de janeiro a julho deste ano, o saldo é 1.492.214 postos de trabalho com carteira assinada. Já em 12 meses — de agosto de 2023 a julho de 2024 — foram gerados 1.776.677 empregos formais no país, resultado que é cerca de 13% maior que o saldo observado no período de agosto de 2022 a julho de 2023 (1.572.564 novos postos de trabalho). “Com isso, o estoque recuperado para o CAGED em julho é de 47.009.489 postos de trabalho formais, variação relativa de 0,40%”, salientou o portal do Ministério do Trabalho e Emprego no último dia 28 de agosto.
As notícias do Novo Caged ainda são de que o emprego em julho foi positivo em quase todos os estados brasileiros (com exceção do Espírito Santo). Nesse sentido, os maiores saldos foram registrados em: São Paulo (61.847 postos); Paraná (14.185 postos); e Santa Catarina (12.150 postos). Em termos regionais, por sua vez, o Sudeste foi a região que mais gerou emprego no sétimo mês de 2024, com 82.549 novos empregos formais. Depois, aparecem as regiões Nordeste (39.341); Sul (33.025); Centro-Oeste (15.347); e Norte (13.500).
O emprego gerado em julho também foi positivo nos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas. “O setor de serviços gerou 79.167 postos, seguido da Indústria, com 49.471 postos […]; o Comércio, com geração de 33.003; Construção Civil, com 19.694; e a Agropecuária, com saldo de 6.688 postos no mês”, detalhou, ainda, o Ministério do Trabalho e Emprego. A reportagem completa publicada pela Pasta traz mais informações sobre o assunto.