Em 2023, o Brasil chegou ao total de mais de 9,9 milhões de matrículas em cursos de
ensino superior no país, considerando tanto a modalidade presencial quanto a modalidade à
distância (EaD). O resultado, que significa uma alta de 5,6% na comparação com 2022, trata-
se do maior já registrado desde 2014. Os dados em questão são do Ministério da Educação
(MEC), com base no Censo de Educação Superior, e foram divulgados pela Pasta no início de
outubro, dia 3.
“As instituições privadas concentraram a maioria dos matriculados: 79,3%
(7.907.652), um crescimento de 7,3%, no mesmo período [ante 2022]. Já as instituições
públicas registraram 20,7% (2.069.130) das matrículas, uma ligeira queda de 0,4%, nesse
mesmo intervalo”, especificou a reportagem do MEC.
Também de acordo com as notícias do Ministério, houve, em 2023, mais de 4,9
milhões de ingressantes no ensino superior, ou seja, estudantes que iniciaram em algum
curso de graduação — sendo 88,6% (4.424.903) na rede privada e 11,4% (569.089) na rede
pública. Em termos de modalidade de ensino, o ingresso em cursos EaD representou 66,4%
(3.314.402) do total de ingressos no ano passado, enquanto o ingresso em cursos
presenciais foi responsável pelos outros 33,6% (1.679.590), acrescentou a entidade.
“Em contraponto ao panorama geral de ingressantes (em que a EaD supera a
modalidade presencial), na rede pública especificamente, a maior parte dos ingressos
ocorreu nas graduações presenciais: 85% (481.578). Os outros 15% (87.511) são alunos de
cursos à distância. Essa diferença considerável também pode ser notada na rede privada,
porém ao contrário. Nesse caso, 73% (3.226.891) dos ingressos ocorreram na modalidade
EaD, enquanto 27% (1.198.012) se deram em cursos presenciais”, detalhou, ainda, o
Ministério da Educação.
A reportagem completa publicada pelo MEC traz esses e demais números e notícias
sobre o assunto.